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	<title>Comentários sobre: As Intermitências da Morte &#8211; José Saramago</title>
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	<description>O prazer de saber</description>
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		<title>Por: Nicolas Alves Diana</title>
		<link>http://www.institutohypnos.org.br/v4/index.php/2010/01/as-intermitencias-da-morte-jose-saramago/comment-page-1/#comment-765</link>
		<dc:creator>Nicolas Alves Diana</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 23:03:27 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Sir Luciano,

O senhor contínua o mesmo, está seguindo a lei &quot;O ser não muda&quot;, segundo Parmênides rsrsrsrs....Gostei da sua resenha, e do assunto que este livro aborda, apesar de eu ter refletido sobre: &quot; O que seria morrer?&quot;, mas não havia levado em conta os problemas que podem acontecer caso uma civilização deixe de falecer.
Fiquei curioso para ler este livro Professor.

Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Sir Luciano,</p>
<p>O senhor contínua o mesmo, está seguindo a lei &#8220;O ser não muda&#8221;, segundo Parmênides rsrsrsrs&#8230;.Gostei da sua resenha, e do assunto que este livro aborda, apesar de eu ter refletido sobre: &#8221; O que seria morrer?&#8221;, mas não havia levado em conta os problemas que podem acontecer caso uma civilização deixe de falecer.<br />
Fiquei curioso para ler este livro Professor.</p>
<p>Abraços</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Ana MAria Dionisio</title>
		<link>http://www.institutohypnos.org.br/v4/index.php/2010/01/as-intermitencias-da-morte-jose-saramago/comment-page-1/#comment-745</link>
		<dc:creator>Ana MAria Dionisio</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 18:02:20 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Lu, 

Perdoe-me a demora em comentar seu texto, mas você sabe das minhas aventuras nos últimos dois meses.
Gostei muito da forma como elaborou o texto(fez Saramago parecer &quot;light&quot;...gostoso de ler...irc...). Bem voltando ao SEU texto e a pergunta, acredito que a Arte verdadeira ela imortaliza e a morte(como a concebemos) passa a ter um papel secundário, ou seja, aquele que fez de seu trabalho algo bonito de ser admirado, e temos vários  exemplos( Da Vinci, MIchelangelo, Mozart, Tchaikovsky, etc..)cumpriu o seu papel diante da humanidade, pois a beleza é o caminho. Quem em  sã consciência e admirador da Arte, se preocupa mais com qualquer informação sobre como essas pessoas morreram do que o que realizaram? A questão é o que o Espírito realizou enquanto matéria e o que isso agregou para sua evolução...em outras palavras...o que fizeram com os &quot;talentos&quot; com os quais Deus os presenteou.Portanto, a Morte é apenas o portal do material para o Espiritual.
Parabéns!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Lu, </p>
<p>Perdoe-me a demora em comentar seu texto, mas você sabe das minhas aventuras nos últimos dois meses.<br />
Gostei muito da forma como elaborou o texto(fez Saramago parecer &#8220;light&#8221;&#8230;gostoso de ler&#8230;irc&#8230;). Bem voltando ao SEU texto e a pergunta, acredito que a Arte verdadeira ela imortaliza e a morte(como a concebemos) passa a ter um papel secundário, ou seja, aquele que fez de seu trabalho algo bonito de ser admirado, e temos vários  exemplos( Da Vinci, MIchelangelo, Mozart, Tchaikovsky, etc..)cumpriu o seu papel diante da humanidade, pois a beleza é o caminho. Quem em  sã consciência e admirador da Arte, se preocupa mais com qualquer informação sobre como essas pessoas morreram do que o que realizaram? A questão é o que o Espírito realizou enquanto matéria e o que isso agregou para sua evolução&#8230;em outras palavras&#8230;o que fizeram com os &#8220;talentos&#8221; com os quais Deus os presenteou.Portanto, a Morte é apenas o portal do material para o Espiritual.<br />
Parabéns!!!</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Luciano Ventura</title>
		<link>http://www.institutohypnos.org.br/v4/index.php/2010/01/as-intermitencias-da-morte-jose-saramago/comment-page-1/#comment-710</link>
		<dc:creator>Luciano Ventura</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 11:38:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.institutohypnos.org.br/v4/?p=1287#comment-710</guid>
		<description>Olá, Luiz
Obrigado pela leitura e por postar um comentário tão enriquecedor!

Necessariamente, devo concordar com tudo o que disse. 
A citação do artigo de Rubem Alves foi totalmente pertinente: o diálogo final entre quem está partindo e aquele que, mesmo desejando que a partida não aconteça, trata o fato com naturalidade, apesar da dor, ilustra pela negação aquilo que ocorre conosco quando passamos por algo similar. 

Acredito que se nossos últimos momentos fossem permeados pela sinceridade que o diálogo apresenta, talvez a situação de paz interior para quem fica pudesse ser alcançada mais rapidamente, além de propiciar a chance de quem parte ouvir aquilo que sempre gostaríamos de dizer a ele quando já não temos mais a chance.

Mas tal sinceridade depende da maturidade sentimental, por isso, reafirmo a importância de amadurecemos nossa relação com a ideia de que vamos morrer, não para vivermos em função dela, mas para que ela nos seja um parâmetro de reflexão para o dia-a-dia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, Luiz<br />
Obrigado pela leitura e por postar um comentário tão enriquecedor!</p>
<p>Necessariamente, devo concordar com tudo o que disse.<br />
A citação do artigo de Rubem Alves foi totalmente pertinente: o diálogo final entre quem está partindo e aquele que, mesmo desejando que a partida não aconteça, trata o fato com naturalidade, apesar da dor, ilustra pela negação aquilo que ocorre conosco quando passamos por algo similar. </p>
<p>Acredito que se nossos últimos momentos fossem permeados pela sinceridade que o diálogo apresenta, talvez a situação de paz interior para quem fica pudesse ser alcançada mais rapidamente, além de propiciar a chance de quem parte ouvir aquilo que sempre gostaríamos de dizer a ele quando já não temos mais a chance.</p>
<p>Mas tal sinceridade depende da maturidade sentimental, por isso, reafirmo a importância de amadurecemos nossa relação com a ideia de que vamos morrer, não para vivermos em função dela, mas para que ela nos seja um parâmetro de reflexão para o dia-a-dia.</p>
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	<item>
		<title>Por: Luiz Andrade</title>
		<link>http://www.institutohypnos.org.br/v4/index.php/2010/01/as-intermitencias-da-morte-jose-saramago/comment-page-1/#comment-709</link>
		<dc:creator>Luiz Andrade</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 04:19:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.institutohypnos.org.br/v4/?p=1287#comment-709</guid>
		<description>A morte...
Embora todos saibamos que ela é inevitável, que sua &quot;contribuição&quot; é necessária e faz parte de um processo saudável, de um ciclo harmonioso, lamentavelmente, é ainda vista como um tema velado, oculto, indesejável nas conversas educadas, ao menos para nós, que vivemos sua concepção segundo a cultura ocidental.
Se alguém sentasse à mesa do jantar e dialogasse calmamente sobre como gostaria que fosse seu funeral ou de qual forma preferiria morrer, provavelmente causaria enorme espanto aos demais. 
A morte faz parte da vida, do curso, do processo, mas como é difícil aceitá-la...
A angústia perante a incapacidade de mudar os fatos, o desejo incontrolável de manter presente o ente amado, intacto, protegido... Só quem experimentou essa sensação pode entender.
Como meio de defesa, é mais fácil não tocar no assunto, como se assim fazendo, pudéssemos nos esquivar. 
É desconfortável pensar na morte daqueles que nos são caros ou na nossa própria. 
Certa vez, quando vivenciei a experiência da morte de perto li um livro belíssimo sobre o assunto: Perdas necessárias, da Judith Viorst. É um livro voltado para psicologia, mas que nos faz refletir sobre todos os lutos que vivenciamos, desde a nossa concepção. Muitas vezes &quot;morremos&quot;. Muitas vezes vemos &quot;morrer&quot;. Os sonhos, os planos, a juventude...

Saramago é brilhante. Utilizou uma história irreal para tratar de assuntos sociais e políticos. O livro parece ser excelente. Com certeza, o lerei.
Quanto a resenha, parabéns professor. Está muito boa.

Outro dia fiquei pensando sobre um artigo do Rubem Alves e dei-me conta, do quanto somos egoístas em certos momentos:

Quero também ter a felicidade de poder conversar com meus amigos sobre minha morte. Um dos grandes sofrimentos dos que estão morrendo
é perceber que não há ninguém que os acompanhe até a beira do abismo.
Eles falam sobre a morte e os outros logo desconversam.
&quot;bobagem, você logo estará bom...&quot;
E eles então se calam, mergulham no silêncio e na solidão, para não incomodar os vivos. Só lhes resta caminhar sozinhos para o fim.
Seria tão mais bonita uma conversa assim:
&quot;Ah, vamos sentir muito sua falta. Pode ficar tranqüilo: cuidarei do seu jardim. As coisas que você amou, depois da sua partida, vão se transformar em sacramentos: sinais da sua ausência. Você estará sempre nelas...&quot;
Aí os dois se dariam as mãos e chorariam pela tristeza da partida e pela alegria de uma amizade assim tão sincera.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A morte&#8230;<br />
Embora todos saibamos que ela é inevitável, que sua &#8220;contribuição&#8221; é necessária e faz parte de um processo saudável, de um ciclo harmonioso, lamentavelmente, é ainda vista como um tema velado, oculto, indesejável nas conversas educadas, ao menos para nós, que vivemos sua concepção segundo a cultura ocidental.<br />
Se alguém sentasse à mesa do jantar e dialogasse calmamente sobre como gostaria que fosse seu funeral ou de qual forma preferiria morrer, provavelmente causaria enorme espanto aos demais.<br />
A morte faz parte da vida, do curso, do processo, mas como é difícil aceitá-la&#8230;<br />
A angústia perante a incapacidade de mudar os fatos, o desejo incontrolável de manter presente o ente amado, intacto, protegido&#8230; Só quem experimentou essa sensação pode entender.<br />
Como meio de defesa, é mais fácil não tocar no assunto, como se assim fazendo, pudéssemos nos esquivar.<br />
É desconfortável pensar na morte daqueles que nos são caros ou na nossa própria.<br />
Certa vez, quando vivenciei a experiência da morte de perto li um livro belíssimo sobre o assunto: Perdas necessárias, da Judith Viorst. É um livro voltado para psicologia, mas que nos faz refletir sobre todos os lutos que vivenciamos, desde a nossa concepção. Muitas vezes &#8220;morremos&#8221;. Muitas vezes vemos &#8220;morrer&#8221;. Os sonhos, os planos, a juventude&#8230;</p>
<p>Saramago é brilhante. Utilizou uma história irreal para tratar de assuntos sociais e políticos. O livro parece ser excelente. Com certeza, o lerei.<br />
Quanto a resenha, parabéns professor. Está muito boa.</p>
<p>Outro dia fiquei pensando sobre um artigo do Rubem Alves e dei-me conta, do quanto somos egoístas em certos momentos:</p>
<p>Quero também ter a felicidade de poder conversar com meus amigos sobre minha morte. Um dos grandes sofrimentos dos que estão morrendo<br />
é perceber que não há ninguém que os acompanhe até a beira do abismo.<br />
Eles falam sobre a morte e os outros logo desconversam.<br />
&#8220;bobagem, você logo estará bom&#8230;&#8221;<br />
E eles então se calam, mergulham no silêncio e na solidão, para não incomodar os vivos. Só lhes resta caminhar sozinhos para o fim.<br />
Seria tão mais bonita uma conversa assim:<br />
&#8220;Ah, vamos sentir muito sua falta. Pode ficar tranqüilo: cuidarei do seu jardim. As coisas que você amou, depois da sua partida, vão se transformar em sacramentos: sinais da sua ausência. Você estará sempre nelas&#8230;&#8221;<br />
Aí os dois se dariam as mãos e chorariam pela tristeza da partida e pela alegria de uma amizade assim tão sincera.</p>
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		<title>Por: Luciano Ventura</title>
		<link>http://www.institutohypnos.org.br/v4/index.php/2010/01/as-intermitencias-da-morte-jose-saramago/comment-page-1/#comment-708</link>
		<dc:creator>Luciano Ventura</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 13:51:14 +0000</pubDate>
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		<description>Olá, Fabiana
Obrigado pela visita e pela leitura do texto!

Realmente, diante do que não conhecemos, só nos resta cogitar hipóteses, refletir sobre elas e agir coerentemente com relação à que nos parecer mais razoável.
Creio que devemos levar em conta para avaliarmos tal razoabilidade, não só a carga de possibilidade real que ela contenha, mas também os benefícios que ela possa trazer à constituição de uma vida pessoal e socialmente profícua.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, Fabiana<br />
Obrigado pela visita e pela leitura do texto!</p>
<p>Realmente, diante do que não conhecemos, só nos resta cogitar hipóteses, refletir sobre elas e agir coerentemente com relação à que nos parecer mais razoável.<br />
Creio que devemos levar em conta para avaliarmos tal razoabilidade, não só a carga de possibilidade real que ela contenha, mas também os benefícios que ela possa trazer à constituição de uma vida pessoal e socialmente profícua.</p>
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